...

een democracia. Dos estudios de caso Galicia y Norte de Portugal

by user

on
Category: Documents
1

views

Report

Comments

Transcript

een democracia. Dos estudios de caso Galicia y Norte de Portugal
en democracia. Dos estudios de caso
Galicia y Norte de Portugal
Paulo Jablonski Garcia
Facultat de Filosofia i Lletres
Propuesta de tesis para optar al grado de Doctor
Abril, 2009
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Pontos de partida
449
Tratos de favor y clientelismo en democracia
estabelecem as bases de partida. Em Abril de 2008, um mestre de pesca reformado
de Aguinho, em Ribeira (Galiza), mostrafolha tem desenhadas dezenas de linhas, chamadas marcas, acompanhadas com um
sob as que
nos permitem conhecer melhor as realidades que pretendemos estudar e
compreender
expomos de forma comparada as continuidades e contextos, significados e
o.
descontinuidade
ctores dos tratos de favor. Em termos de
es a respeito dos grandes processos
diferentes.
Quer o Minho como a Galiza estiveram marcadas por sendas ditaduras
lementos,
e do Nuevo Estado, em
perig
450
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Com tudo e no nosso estudo, no caso galego encarnamos um processo de
que se apreciam nas origens fundacionais de cada um dos regimes. No caso galego, a
num
con
-
os regimes (…) Assim [no caso espanhol] se explica a vontade dos vencedores em
romper radicalmente com o passado.
-33).
-
No arquivo do
por regedores e guardas f
presentes em Mondariz.
seus elementos e, quando n
guardada.
451
Tratos de favor y clientelismo en democracia
-no
claves diferentes (Loff, 2006; Aguilar, 1996) que
s elementos que ajudam a
ime. No caso
-separoquiais de um e outro caso, a sul do rio Minho cada organismo administrativo de
uma
-
Revistas e
na segunda linha das eli
continuidade, em termos gerais, das
linhas parentais. Encontramos linhas familiares que ultrapassam o 25 de Abril sem se
de analisar as continuidades/descontinuidades
-se nos arquivos das freguesias
parentesco entre uns e outros para poder dete
452
Tratos de favor y clientelismo en democracia
No caso de Pias-
como acontecera em
alcaldes de bairro. Esta figura perde um peso ganhado pelos vereadores que se
repartem
alcaldes de bairro a favor dos vereadores. Contudo, a primeira figura permanece
Nos dois casos encontramos que a estrutura de int
contexto sobre o que se edificam os tratos de favor e se desenvolvem os processos
eleitorais analisados.
8 .2. Campanhas eleitorais: significados e comportamentos
formase durante a campanha eleitoral num
Pias-
-se por meio de lista
num
fechada de cujos result
-
ue
-
eleitoral.
Es
-nos remarcar os significados que adquire
453
Tratos de favor y clientelismo en democracia
o voto em cada um dos contextos e os comportamentos a eles associados. Perceber os
tratos de favor
No caso de Mondariz, a campanha eleitoral apresenta-se mais centrada no
dos candidat
Mondariz.
que se participe marginalmente no reparto selectivo de boletins de voto. Esta
candidaturas. Da mesma maneira, o transporte de pessoas
nomeouexistem.
-
requer de uma
conjunto compartido
no necesariamente es la causa de un comportamiento determinado, pero el
comportamiento siempre presupone o una idea o un valor o un sentimiento o una
claros os comportamentos, os praticados e os censurados, diferenciados num e outro
contexto, mas, que sabemos dos significados?
do
O reparto selectivo do voto e o acarrexoo
reparto ainda mais selectivo
Mondariz
-lo, considera-se um desprezo. Se nos determos no significado que se
atribui ao boletim de
luntad de un cuerpo
129). O
e um
s
454
Tratos de favor y clientelismo en democracia
eleitorado, mas acompanha o significado cultural do voto.
No caso de Pias-
-se um por cada
e voto
associa-s
e uma
-de-
de merchandising no dia da feira durante a campanha eleitoral por parte dos
-se uma
-shirts brancas com letras verdes.
O reparto de material de propaganda, quase ine
e
-shirt o
e
rte
itamente institucionalista
afastaestudo.
As continuidades, contextos, significados e comportamentos remetem-nos
lugar, temos
-
455
Tratos de favor y clientelismo en democracia
-as, de juree
as de gerir os
-se na
no texto. O partid
sem
fran
Sobre esta realidade assentaparoquiais sem que t
freguesias s
As
dois casos de estudo. Isto responde a similares modelos de assentamentos que
-nos-
casos de estudo oferecem-
Retomemo
em Piase uma mulher a pedido do presidente da
456
Tratos de favor y clientelismo en democracia
C
indirecta do presidente e vizinha de
rinho do primeiro e a mulher era familiar
os apontar este exemplo
bebendo um alvarinho com o nariz tapado.
Se nos determos no exemplo, poderemos distinguir, quando menos, quatro
-se no
e um
conhecimento da
cordo com o sacerdote alerta-
e um emprego e
um caso de cunha.
conta, num momento dado, o sobrinho acede a um p
icas.
A terceira apresentaonos. Cada um pelo seu lado
porque saber que o presidente foi quem facilitou o seu emprego. O caso apresentado
lham sacerdote e presidente. Tudo
num
-se na
capacidade de conceder emprego e, os segundos, mostram-
457
Tratos de favor y clientelismo en democracia
civil dependem de que o outro lhes possa satisfazer as suas necessidades. Uma vaga
Trata-se de
presidente tnum
ientelares.
e
u
perante duas pessoas que podem actuar de patrono
que mantenham entre si. Cada um pelo seu lado, estabelecem
patronos. Pensemos no presidente da C
m conta
a sua qualidade de patrono
favor onde cada sujeito ocupa diferentes roles depedendo
lisada em
patronos
-se ao
paroquial/municipal. E
patrono
num
respeite a parcelamento
no
dos protagonistas.
458
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Num exemplo que, a priorii
clientelar resulta que
-
-
riminada. A
em detalhe pode determinar estes aspectos.
colocam um ponto de luz. No primeiro caso, os membros do grupo de trabalhadores
no
dente da
num
C
menores mas que criam lealdades activadas, sobre tudo, no tempo eleitoral.
-se nos dois contextos como parte dos
Neste reparto
-se quer em
positivo quer em neg
459
Tratos de favor y clientelismo en democracia
ao mesmo tempo, alimentar a expectativa de se
Num
proceso por el que se capta a la gente para que forme parte del sistema y para que
mecanismos de acesso aos recursos.
Nos dois contextos apreciamos o que, de forma adaptada, denominamos
conheciment
partilhados
privilegiada. Conhec
de dos significados e
a
clientelar sobre a que possamos unir os diferentes comportamentos associados.
conte
-
patrocinato e tratos de favor.
Parece-
(Gay, 1997:
sine qua non
diferencial de disponibilidade num
e um
-se elementos
460
Tratos de favor y clientelismo en democracia
er clientelar
sepa que debe
(Bourdieu, 2005: 79).
Deste quadro derivam1.
determinadas ideologias poll
-
. Encontramos um claro desfase entre
e um discurso anticlientelar pode ocultar o
desejo de se apropriar ou criar uma clientela.
2.
en
colectivos
individuais com pessoas
determinantes nos mecanismos de deci
3.
definir os contextos como sistemas
.
4.
5: 155). Esta proposta de tese
alerta-nos, mais uma vez, dos efeitos do que Slavoj Zizek reflexiona tomando
como tal,
461
Tratos de favor y clientelismo en democracia
10).
5.
patrocinato apresenta-estudo. A etnografia em profundidade permitir-nosinstitucionalista do Estado imaginado para analisar o vivido, experimentado e
transformado pelas pessoas.
462
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Apontamentos de futuro
463
Tratos de favor y clientelismo en democracia
A leitura do texto precedente pode despertar interrogantes, surpresas,
es clientelares. Esta proposta de tese pretende
e
o que n o se esgota com este texto
e, ao mesmo tempo, abre novas perspectivas. Em momento nenhum se pensa que
de
o noutros contextos. De forma
-nos a enumerar certas perspectivas ou propostas que deveriam
contribuir para uma melhor compreens
ncia de redes de
Ao longo d
intero. Estas redes, pensadas em sentido real e n o figurativo, existem e
podempermitir-nos-ia concretar os v
o do clientelismo com as possibilidades
o desta
metodologia permitiria definir com maior claridade os diferentes tipos de clientela
assim como delimitar os roles de patrono-cliente.
o centrou o seu principal interesse, mas n o exclusivo, no
macro. Continuar esta cad
-local com os meso e
es, como se v no segundo exemplo
Pensemos na gest o dos recursos de proced ncia europeia. Os fundos de coes o
o de capital sem
supuseram para os dois contextos analisados
o/exclus o de
origem clientelar. A sua quantidade alertadisponibilidade e
es clientelares.
es clientelares dentro do quadro geral dos tratos de
o, mas
o, cunha e nepotismo s o tratados de
o. Estes tr
campos onde cada um deles poderia ser analisado luz da nossa proposta.
o. Pensemos na
o de grandes
concen
464
Tratos de favor y clientelismo en democracia
oferecer-noso das listagens de espera pa
portug
o, concess
o interna que
estudo do nepotismo.
o de contextos mais
urais, rururbanos como
diferen
.
465
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Fuentes primarias
1. Entrevistas
Incluimos aquellas entrevistas que fueron realizadas mediante una cita previa
con la persona informante y se gravaron o tomaron notas durante el transcurso de
las mismas.
x
Agostinho Caldas Afonso (10 de febrero de 2006)
septiembre de 2005)
x
x
x
Albertino Mendes Correia (30 de agosto de 2005)
Albertino Mendes Correia y Agostinho Caldas Afonso (9 de agosto de
2005)
x
x
x
z (19 de febrero 2007)
x
x
x
Bernardino Gil Pregal (23 de junio de 2004)
x
x
Carlos Fernandez Alves (5 de diciembre de 2005)
x
x
x
Dolores Fortes (30 de junio de 2004)
x
x
x
Francisco Chivite Mosquera (11 de septiembre de 2003)
x
Joaquim Alfredo Afonso Pinheiro (18 de enero de 2006)
x
x
x
466
Tratos de favor y clientelismo en democracia
de 2005)
x
x
x
x
2003)
x
sto de 2003)
x
x
x
Laurentino Correia Azevedo (27 de diciembre de 2006)
x
x
x
x
Manuel Armando Dias Alvares (10 de abril de 2007)
x
x
Manuel Joaquim Lobato Lobato (31 de enero de 2007)
x
x
x
x
x
2003)
x
; 30 de junio de 2004)
x
x
x
Miguel Abollo Arribas (15 de junio de 2004)
x
Miriam Esteves (22 de febrero de 2007)
x
Ricardo Pardo Blanco (2 de septiembre de 2003)
x
x
Vitorino Guedes Cerqueira (2 de julio de 2005)
x
x
467
Tratos de favor y clientelismo en democracia
x
x
quez Castro (1 de julio de 2004)
x
x
2003)
x
2 . Archivos
x
Archivo Municipal de Mondariz
x
Archivo de la ELM de Queimadelos
x
Archivos del Juzgado de Paz de Mondariz
x
Archivos del Juzgado de Ponteareas
x
x
x
x
Archivo de la Junta de freguesia de Pias
x
Archivo J
x
x
x
x
Archivo do Governo Civil de Viana do Castelo
x
Archivo Distrital de Viana do Castelo
x
Archivo Nacional Torre do Tombo
2.2 Privados
x
Archivo de Alfredo Lage Barros
x
468
Tratos de favor y clientelismo en democracia
x
Archivo de Lourdes Valverde Bernardez
x
Archivo de Alberte Reboreda Carreira
x
x
Archivo de Francisco Chivite Mosquera
3. Publicaciones pe
x
Boletines del PSOE de Mondariz
x
Boletines del BNG de Mondariz
469
Tratos de favor y clientelismo en democracia
470
Tratos de favor y clientelismo en democracia
471
Tratos de favor y clientelismo en democracia
:
. Xunta de Galicia,
Santiago de Compostela. 11-70.
Adler Lomnitz, Larissa (1994a): Redes sociales, cultura y poder: ensayos de
Adler Lomnitz, Lari
Adler Lomnitz, Larissa (ed.): Redes sociales,
166.
Afonso, Zeca (1968): Cantares do Andarilho. Orfeu [vinilo].
Afonso, Zeca (1988): Os vampiros. Edisco [vinilo].
,
Alianza, Madrid.
fran
,
,
Lisboa. 109-153.
Albera,
Bromberger, Christian (dirs.):
of the Mediterranean. Maiso
sciences
de
l'homme,
Paris.
http://adam.mmsh.univaix.fr/Med_anthropology/Anthropology_Mediterranean_Intro.PDF]
Almeida, Pedro Tavares (1991):
(1868-1890). Difel, Lisboa.
Ministers, 1851-
ismo em Portugal oitocentista
South European
Society & Politics, Vol. 7, 3. 5-40.
Lourido, Francisco et al. (1998): Historia xeral de Galicia. A Nosa Terra, Vigo. 335393.
gastos de capital en
472
Tratos de favor y clientelismo en democracia
. Universidade de Santiago de Compostela,
Santiago de Compostela. 97-117.
Amaral, Samuel et Stokes, Susan C. (comp.) (2005a): Democracia Local.
. Eduntref, Buenos
Aires. 36-55.
Alvarado, J. (ed.) (1997):
. Marcial Pons, Barcelona.
Amaral, Samuel et Stokes, Susan C. (comp.) (2005a): Democracia Local.
tica en la Argentina. Eduntref, Buenos
Aires.
Democracia
Local. Clientelismo, capital social e innovacii
. Eduntref,
Buenos Aires. 11-35.
Episodios de terros duran
.. Xerais, Vigo.
Porto.
. Universidade de Santiago de Compostela, Santiago de
Compostela. 119-130.
sociales. XXVIII Sunbelt Social Network Conference. St. Pete Beach, Florida 23 de
enero.
-Paul (2005) [2004]:
Barcelona.
Auyero, Javier (Comp.) (1997a):
. Losada, Buenos Aires.
Auyero, Javier (Comp.):
Losada, Buenos Aires. 15-39.
473
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Journal Of Contemporary Ethnography. Vol. 27 No. 4. 461-493.
and evaluate political clientelism. Theory and Society 28. 297-334
in Argentina: An Ethnographic
Latin American Research Review, Vol. 35, No. 3, 55-81.
Auyero, Javier (2004):
Buenos Aires.
. Capital intelectual,
Barreira, Irlys (1998):
Campanhas Eleitorais
no Brasill
Barreira, Irlys (1998):
no Brasill
A Terra quere Pobo. Galaxia, Vigo.
. Espacial, [CD].
Barreiros, Quim (1994):
Barros Alfaro, MªL. (2002): A IIª
como paradigama. Universidade de
Santiago
de
Compostela.
Trabajo
Bastos Boubeta
Revista de
, Nº 8. 167- 177.
po
, Vol. XXXI, 138. 803-830.
.
Beramendi, Justo G. (2007):
Xerais, Vigo.
O nacionalismo galego.
A Nosa Terra, Vigo.
Bermeo, Nancy (2000) [1999]:
sul. Difel, Miraflores.
de Brouwer, Madrid.
Clientelism, interests, and democratic
representation. Cambridge University Press, Combridge. 77-100
Bloch, Marc (1977) [1939-
Friends, Followers, and Factions. A
474
Tratos de favor y clientelismo en democracia
reader in political anthropology . University of California Press, Los Angeles. 192207.
Man, Vol. 1, No. 1. 18-33.
Boissevain, Jer
Patrones y clientess
-136.
Bourdieu, P. et Passeron, J.C. (2001) [1970]:
Madrid.
Editorial Popular,
Bourdieu, Pierre (1997) [1994]:
Anagrama, Barcelona.
.
Bourdieu, P. (1999) [1997]: Meditaciones pascalianas, Anagrama, Barcelona.
El misterio del ministerio.
. Gedisa, Barcelona. 71-79.
Bouza Brey, Fermin (1992) [1956]:
Alicerces 1. Museo do Pobo Galego, Noia.
.
e la Xunta de Galicia: un
,
Nº 6. 113-122.
Brettel, Caroline B. (1991) [1986]: Homens que Partem, Mulheres que Esperam.
. Dom Quixote, Lisboa.
Briquet, Jean. En: Briquet, Jean-
Le clientelisme
. Presses Universitaires de France, Paris. 7-
37.
Briquet, Jean-
Le clientelisme politique
. Presses Universitaires de France, Paris.
. En: Briquet, Jean-
Briquet, JeanLouis
contemporaines. Presses Universitaires de France, Paris. 1-5.
): Patrones y clientess
-
322.
475
Tratos de favor y clientelismo en democracia
io (coords.): Los que han hecho en
-1939).
-164.
(1936-
.
mundo camponesa do Alto Minho. Dom Quixote, Lisboa
Ca
Os contextos da
Antropologia. Lisboa, Difel. 69-89.
Novos Estudos, nº 71-
-160.
Caciagli, Mario (1996):
de Estudios Constitucionales, Madrid.
. Centro
Livraria Editora Pax, Braga.
Partisan Clients in the
American Journal of Political Science. Vol. 48 nº.4.
742-757.
Campbell, J.K. (1974) [1964]: Honour, Family and Patronage. Oxford University
Press, New York.
(comp): A obra narrativa en galego de Manuel Lugris Freire. Xunta de Galicia:
Santiago de Compostela. 37-66.
Candeira Mosquera, Francisco (1990): Caciquismo e poder local na Galicia da
-1894). Ponteareas.
Candeira Mosquera, Francisco (1999): O Condado na IIª
Ponteareas.
. Egasur,
desenvolvimento regionall
Minho nos dias 4 e 5 de Junho de 1998. Universidade do Minho, Braga.
XVIII
en Cunha, Mafalda Soares da e Fonseca, Teresa (ed.):
Colibri
CIDEHUS-UE,
Lisboa. 39-58.
Capela, Jo
entre a Igreja e o Estado (seus desenvolvimentos e enquadramentos nos Tempos
, 1. 101-111.
476
Tratos de favor y clientelismo en democracia
falhada. O marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974).
-89.
-
Elites, Sociedade e Mudanza
. Celta, Oeiras. 67-96.
do marcelismo (1965.
Celta, Oeiras. 43-65.
Del clientelismo tradicional al clientelismo de partido:
. Working Paper n. 55, Barcelona. 1-25.
WP n. 86 Institut de
Siglo
XXI, Madrid. 291-310.
Chubb, Judith (1982): Patronage, Power and Poverty in Southern Italy . A tale of
two cities. Cambridge University Press, Cambridge.
Clapham, Christopher (ed.) (1982): Private patronage and public power. Political
clientelism in the Modern States. London, Frances Pinter.
Coelho, Maria Helena da Cruz (1986):
constituintes.
Guia elementar dos Ajudantes dos Postos do
Registo Civil e das Juntas de Freguesia e Regedores nas
Civil. Livraria Almedina, Coimbra.
Colomer, Josep M. (2004):
pasado, presente y futuro. Gedisa, Barcelona.
Celta,
Corte-Real, Isabel (2003):
Oeiras.
ª ed.): Manual de Derecho Administrativo .
Tomo I. Civitas, Madrid.
. Biblioteca de Ciencia
Universidad de Granada, Granada.
477
Tratos de favor y clientelismo en democracia
. WP n.
Cruz Artacho, Salvador (1994): Caciques y campesinos: Podd
-1923. Ediciones
(1991):
. Taurus, Madrid. 540-548.
Ricos e pobres no Alentejo (Uma sociedade rural
portuguesa). Livros Horizonte, Lisboa.
Davis, John (1983) [1977]: Antropoll
Anagrama, Barcelona.
.
Delgado, Iva, Pacheco, Carlos e Faria, Telmo (coord.) (1998): Humberto Delgado.
, Vega, Lisboa.
.
-57.
Democracia e
Corrr
-15.
(dir.):
ntra, 189-197.
urbana (Rianxo 1910-1914). Siglo XXI, Madrid.
(1981a): Political Clientelism,
Patronage and Development. SAGE, Londres.
Political
Clientelism, Patronage and Development. SAGE, Londres. 1-6.
-Client Relations and
Recent Developments in
Political Clientelism, Patronage and Development. SAGE, Londres.
271-296.
Eisenstadt, S.N. et Roniger, Luis (1984): Patrons, Clients and Friends. Cambridge
University Press, Cambridge.
478
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Democracy,
clientelism and Civil Society. Lynne Rienner Publishers, London. 65-85.
5): La parroquia rural gallega. Instituto de Estudios de
Os concello galegos. Parte xerall
a Jamardo, Xose (1993): Os concello galegos. Parte especial. Tomo VI.
a.
O Reviralho: revoltas republicanas contra a
ditadura e o Estado Novo (1926-1940). Editorial Estampa, Lisboa.
Gallegos
Estructura
. Laiovento, Vigo.
Labregos con ciencia. Estado, sociedade e
-1939. Xerais, Vigo.
-
.
Historia Social, 15. 49-69.
Nova Historia de Galicia. Tambre, Oleiros. 451510.
Terra e progreso. Historia agraria da
Grial, nº 170. 14-25.
Poder local, elites e cambio social
na Galicia non urbana (1874-1936). Se
Santiago de Compostela, Santiago de Compostela.
Lourenzo et al. (Coords.): Poder local, elites e cambio social na Galicia non urbana
(1874-1936). Universidade de Santiago de Cmpostela, Santiago de Compostela. 9-29.
-
479
Tratos de favor y clientelismo en democracia
. Universidade de Santiago de
Compostela, Santiago de Compostela. 349-363.
Longa noite de pedraa
. Taurus,
Madrid. 587-600
La Administt
-
-243.
,
Temas e Debates, Lisboa. 462-494.
American Anthropologist. 63. 1173-1192.
Fox
World politics, Vol. 46, No 2. 151-184.
Social.
oa.
. Vol.
XXXVI. 158-159.
galego.
G
Tresctres, Santiago de Compostela.
-
Latin American Perspectives, Issue 126, Vol
29, Nº 5 Setiembre. 90-109.
Gay, Robert (199
. Losada, Buenos Aires.
67-92.
Gellner, Ernest (19
Patrones y clientess
-18.
Gellner, Ernest et alli (eds.) (1986)[1977]: Patrones y clientess
(dir.):
d, Michael
. Akal, Madrid. 581-582.
480
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Gledhill, J., (2000) [1999]: El poder y sus disfraces. Edicions Bellaterra, Barcelona.
Gellner, E. (Ed.): Patrones y clientess
-176.
-1962).
Godinho, Paula (2001):
Celta, Oeiras.
O Cambedo da Raia.
1946.
Solidariedade galego-portuguesa silenciadaa
Republica: Ourense. 157-227.
Historia Social, Nº 49. 117-133.
(1958-1962): Perspe
, Nº
66-83.
Campolide, Arnaldo Trindade & Ca [vinilo].
-461.
versus igualdad: El clientelismo
Siglo XXI, Madrid. 21-42.
8):
cultural del poderr
. Xerais,
Vigo.
tica en Portugal (1974-1998). CIS, Madrid.
Territorio e identidade: Galicia como espacio
administrativo. EGAP, Noia.
e do goberno local. Vol. I, IDEGA59-100.
(1999): De aldeas a cidades. Ir Indo, Vigo.
481
Tratos de favor y clientelismo en democracia
European Journal of Political
America 1960Research, 41. 523-549.
Graham, Lawrence S. (1985):
, vol. XXI, 87-88-89. 903-924.
A
Nosa Terra, Vigo.
-1939),
-58.
American Journal of
Sociology, 78. 1360-1380.
European
Journal of Political Research, 1. 1-34.
ntelisc
European Journal of Political Research, 4. 149-174.
Franco
Graziano, Luigi (1984):
. Xerais, Vigo.
Guebel, Clau
Moacir e Goldman, Marcia (org.):
Contra Capa, Rio de Janeiro. 73-84.
. Concello
de Mondariz, Vigo.
Democracy, clientelism and Civil
Society, London, Lynne Rienner Publishers. 19-28.
Guy Peters, B. (2003) [1999]: El nuevo institucionalii
. Gedisa, Barcelona.
Los Marcos sociales de la memoria ,
Halbwachs, Maurice (2004) [1925]:
Anthropos, Barcelona.
Schmidt Steffen W.
Friends, Followers, and Factions . A reader in political anthropology. University of
California Press, Los Angeles. 510-512
482
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Hannerz, Ulf (1998) [1996]: Conexiones transnacionales. Cultura, gente, lugares,
Olhares cruzados entre arquivistas e
Arquivos da ex-
historiadores.
-38.
Unicato Bugallista: Ponteareas, 1891-1923.
Poder local, elites e
cambio social na Galicia non urbana (1874-1936). Universidade de Santiago de
Compostela, Santiago de Compostela. 213-223.
Agrarismo e societarismo no val do Tea .
Memoria de Licenciatura. Documento policopiado.
Xerais, Vigo. 163-191.
Clientelism, interest, and democratic representation. Cambrige, Cambridge
University Press. 152-171.
Horst, Heather A. et Miller, Daniel (2006): The Cell Phone. An Anthropology of
Communication. Borg, Oxford.
politics in Iceland, 1945-
European Journal of Political Research, 44. 439-464.
clientelares (1938. S.XXI, Madrid.
253-274.
El otro caso Humberto Delgado. Archivos
. Serie de Estudios Portugueses 23-Junta de Extremadura,
ªed.): El caso de Humberto Delgado.
Serie de Estudios Portugueses 17-Junta de
. Alianza,
Madrid. 530
483
Tratos de favor y clientelismo en democracia
-1939).
-310.
Kenny, Michael (1969) [1961]: A Spanish Tapestry. Town and country in Castile.
Peter Smith, Glaucester.
Friends,
Followers, and Factions. A reader in political anthropology. University of California
Press, Los Angeles. 355-360.
Comparative Political Studies, Vol. 33, No. 6/7. 845-879.
K
Clientelism, interest, and democratic
representation. Cambridge University Press, Cambridge. 172-192.
Komito, Lee (1985): Politics and Clientelism in Urban Ireland: information,
reputation, and brokeragee
www.ucd.ie/lis/staff/komito/thesis2.htm]
Curtin, Chris et Wilson, Thomas (eds.): Ireland from Below: Social Change and
Local
Communities.
www.ucd.ie/lkomito/dublin.htm]
East European
Greece: A three p
Quarterly, vol.18, No 1. 35-59.
Kurtz, Donald, V. (2001): Political Anthropology. Paradigms and Power.
Westview Press, Boulder-Colorado.
neiro.
Kuschnir, Karina (2000):
Janeiro.
Historia Universal. Edad Media. Volumen II .
-448.
y desarrollo del Partido Popular en Galicia .
Tecnos, Madrid.
(Coord.)
. Xerais, Vigo. 19-99.
Friends,
484
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Followers, and Factions. A reader in political anthropology. University of California
Press, Los Angeles. xiii-xxxvii.
978) [1889]: O catecismo do labrego. Castrelos, Vigo.
Inmolados gallegos.
Bulletin of Latin American Research, Vol. 23, No 2. 228-243.
Etnografias portuguesas (1870-1970). Cultura Popular e
Identidade Nacional. Dom Quixote, Lisboa.
Ledeneva, Alena V. (1998): Russia's Economy of Favours.. Cambridge University
Press Cambridge- New York.
Comparative Politics, Vol. 4, No. 2. 149-179.
et Nan Lin (eds.): Social Structure and Network Analysis. Beverly Hills/
London/NewDelhi, Sage Publications. 131-145.
. Siglo XXI,
Madrid.
Llobera Josep R. (1990):
. Anagrama, Barcelona.
-2002: dirigentes,
. Celta, Oeiras. 249-276.
Meireles (coords.): Portugal: 30 anos de democracia (1974-2004). Editora da
Universidade de Porto, Porto. 153-193.
Lois Gon
Galicia. Santillana, Vigo.
Lopes, Fernando Farelo (1993a):
portuguesa. Estampa, Lisboa.
ª
Tempos Novos, 77.
20-26.
.
Universidade de Vigo, Vigo.
Anthropology and Social Change. The Athlone Press, London. 173-184.
485
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Universidade de Santiago de Compostela. Documento policopiado.
, 8-9. 189-215.
macro
Siglo XXI, Madrid.
43-70.
3-39.
http://www.essex.ac.uk/ecpr/events/jointsessions/paperarchive/grenoble/ws16/ma
iz_requejo.pdf].
occidental. Altaya, Madrid. 19-42.
Mandianes Castro, Manuel (1984):
Galixia, Vigo.
.
-489.
Mar
-393.
:
. Xerais, Vigo.
ª Teresa (1999): Historia de la
. FEGAMP, Santiago de Compostela.
. Fama, Vigo.
Vol. I,
IDEGA-Universidade
-543.
-Norte de
, Nº 9. 99-128.
486
Tratos de favor y clientelismo en democracia
(Dir.):
Pontevedra, Lugo. 49-50.
. Tomo II. El Progreso-Diario de
Martins, Manuel Meirinho (2003):
eleitores. Um contributo para o estuda da democracia portuguesa. Instituto
.
Maxwell, Kenneth (1999) [1995]:
Mayer, Arno J. (1984) [1981]: La persistencia del Antigg
Madrid.
. Alianza,
-
Reveu francaise de science politique. N.1 Vol.26. 103-131.
-
Center-
Political Clientelism, Patronage and Development. SAGE, London. 125-172.
-
Le
-Louis et Sawicki,
. Presses
Universitaires de France, Paris. 307-316.
.
Meirinho Martins, Manuel (1997):
Vega, Lisboa.
Meirinho Martins, Manuel (2004):
e democoracia. O caso
-2000).
China: Blat and Guanxi,. European Management Journal. Vol. 21. Nº 4. 509-519
Revista de Direito da Faculdade da Universidade de Lisboa . Vol. 43, nº 2. 963-986.
Bellaterra, Barcelona.
Temas e Debates,
Lisboa. 19-175.
Patrones y clientess
Madrid. 223-250.
Moore, Michael, (dir.) (2004): Fahrenheit 9/11. [DVD] Dog Eat Dog Films et
Fellowship Adventure Group LLC, distribuido por Alta Films, 122 min.
487
Tratos de favor y clientelismo en democracia
, vol. XLI, nº 178. 9-29.
Pablo (coord.):
Serie de Estudios Portugueses 9-
.
-115.
,
Molina, Ignacio de (2001) [1999]:
Alianza, Madrid.
-
a (coord.) (2004):
1910
al.:
. Alianza Universidad Textos, Madrid. 79-128.
Boletim da Faculdade de Direito
da Universidade de Coimbra. Estudos em homenagem ao prof. Doutor Afonso
-221.
Boletim da
Faculdade de Direito. Universidade de Coimbra. Vol. 80. 15-57.
Revista d'etnologia de Catalunya, Nº. 28. 36-53.
Narotzky, Susana (2001):
Barcelona.
. Icaria,
in Spain
An
History and
Memory, vol 14 Nº 1-2. 189-228.
Negri, Toni, (2003) [2002]:
. Debate, Barcelona.
Nuijten, Monique (2003): Power, Community and the State. Londres, Pluto Press.
As cartas do destino. Galaxia,
Vigo.
Olive
(dir.):
Temas e Debates, Lisboa. 177-591.
Olmeda et Parrado, 2000
, Anthropos, Barcelona.
O
Constitucional. Serie de Estudios Portugueses 9-
-
62.
488
Tratos de favor y clientelismo en democracia
(2002):
Marcial Pons, Madrid.
.
Pais de Brito, Joaquim (1996): Retrato de Aldeia com Espelho. Ensaio sobre Rio de
Onor. Dom Quixote, Lisboa.
in Scandinavia? A
Simona (ed.): Clientelism, interest, and democratic representation . Cambridge
University Press, Cambridge. 31-53.
, Nº
-23.
.
Sotelo Blanco, Santiago de Compostela.
Lendas, contos e outros relatos de Mondariz e do
Balneario.
Piattoni, Simona (ed.) (2001a): Clientelism, interest, and democratic representation.
Cambridge University Press, Cambridge.
En: Piattoni, Simona (ed.): Clientelism, interest, and democratic representation .
Cambridge University Press, Cambridge. 1-30.
En: Piattoni, Simona (ed.): Clientelism, interest, and democratic representation .
Cambridge University Press, Cambridge. 193-212.
VVAA: Olhares cruzados entre arquivistas e historiadores.
Lisboa. 27-34.
Pimentel, Irene Flunster (2007):
democracia (1974-
(Coord)
.
-384.
. Dom Quixote, Lisboa. 1150.
. Imprensa d
-108
489
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Parlamentar, 1935-1974
Portalegre
Elites, Sociedade e
1941. Celta, Oeiras. 9-42.
Piselli, Fortunata (1996) [1991]: Caminhos silenciosos da mudanza. (Quatro aldeias
Calouste Gulbenkian, Lisboa.
antes e depois do 25 de Abril).
Pitt-Rivers, J.A. (1969) [1954]: The People of the Sierra . The University of
Chicago Press, Chicago.
Mestras e mestres pontevedreses depurados polo
(1936-142).
Cambeses. Memoria e identidade de um
povo.
-
08):
-
American Political
Science Review, 2. 411-425.
Los que han
-1939).
Barcelona. 97-134.
Prado Conde, Santiago (2007): Novas mii
. O
alumnado con procedencia rural na Terra de Melide. Sotelo Blanco, Santiago de
Compostela.
En: Ingled,
T. (1994): Comparin Enciclopedia of Anthropology. Routlege. 460-502.
-1994))
Compostela.
Requejo, R. (2000):
. Universidade de Santiago de Compostela,
490
Tratos de favor y clientelismo en democracia
(eds.):
. Alianza, Madrid. 53-84.
Riegelhaupt, Joyce (1973
American Anthropologist, 75, 835-851.
-Clericalism and Religiosity in pre- 1974
Religion, Power and Protest in Local Communities.
Mouton, Berlin. 93-115.
A. (Comp.) (1996):
. Siglo XXI, Madrid. 275-290.
Robles Egea, A. (Comp.) (1996a):
. Siglo XXI, Madrid.
Robles Egea, A.
. Siglo XXI. Madrid. 1-18.
s
(Comp.) (1996a):
. Siglo XXI. Madrid. 229-252.
-
La Adminii
.
, Tesis de doctoramiento.
Universidade de Santiago de Compostela-
Los que han
-1939))
hee
Barcelona. 135-164.
-Norte de
Portugall
http://www.eixoatlantico.com/subido/biblioteca/textos_debate/093_gobernanza.pdf]
En: Eisenstad
Political Clientelism,
Patronage and Development. SAGE, Londres. 297-330.
491
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Latin America Research Review, Vol.22,
No 2. 71-99.
Democracy, clientelism and Civil Society. Lynne Rienner Publishers, London. 1-18.
Democracy, clientelism
and Civil Society. Lynne Rienner Publishers, London. 207-214.
Democracy, clientelism and Civil
Roniger, Luis et G
Society. Lynne Rienner Publishers, London.
Carlos e Faria, Telmo (coor.):
. Vega, ix-xxxi.
Rosas, Fernando (2004): Portugal siglo XX (1890-. Estudos e
Rose-Ackerman, Susan (2002) [1999]:
Ruiv
, 30, 75-95.
Ruivo, Fernndo (2000):
Historia
. 85-94
. Tecnos-
industrializadas. Documento policopiado.
Presupuestos del
. Documento policopiado.
-1976))
. Celta, Oeiras
Santos Silva, Augusto (1994): Tempos Cruzados. Um estudo interpretativoda
cultura popular. Afrontamento, Porto.
Elementos de
. Alianza Editorial, Madrid. 29-70.
492
Tratos de favor y clientelismo en democracia
La
En:
Le clientelisme politique dans les
Briquet, Jean-
. Presses Universitaires de France, Paris. 215-249.
H. et Scott, James C. (eds.) (1977):
Friends, Followers, and Factions . A reader in political anthropology. University of
California Press, Los Angeles.
-
Democracia. ICS, Lisboa. 71-102.
Portugal du
. ICS, Lisboa. 103-178.
Schwartzman, K.
O Estado Novo. Das origens ao fim
-1959. Vol I, Fragmentos, Viseu. 145-163.
-
American Political Science Review, 66. 91-113.
Friends,
Followers, and Factions. A reader in political anthropology. University of California
Press, Los Angeles. 483-510.
Scott, James (1985): Weapons of the weaks: everyday forms of peasant resistance .
Yale University Press, New Haven.
Scott, James (1986) [1977]:
Patrones y clientes.
En: Gellner, E. (ed.):
-61
Scott, John et Marshall, Gordon (2005) [1994]: Dictionary of Sociology . Oxford
University Press: Oxford.
.
. En: Shefter, Martin: Political Parties and the State. The
American Historical Experience. Princeton University Press, Princeton. 21-60.
Silva, Carlos Nunes (1995a):
municipais, 1974-94. Tesis de doctoramiento, Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa. Documento policopiado.
493
Tratos de favor y clientelismo en democracia
. Temas e Debates. 433-462.
Silva, Fra
Os
.
Colibri
CIDEHUS-UE, Lisboa. 9-37.
numa aldeia minhota: os
Autarquias locais e desenvolvimento. Afrontamento, Porto. 103-132.
Peasants, Patrons, and the State in Northen
Democracy, clientelism
and Civil Society. Lynne Rienner Publishers, London. 29-48.
Silva, Manuel Carlos (1998): Resistir e adaptar-se. Constragimentos e
camponesas no Noroeste de Portugal. Afrontamento, Porto.
Latin American Perspectives, Issue
126, Vol. 29 No 5. 66-89.
Manuel (1999): Trajectos: o Presente e o Passado na Vida de uma
Freguesia da Beira, ICS, Lisboa.
Castelao, a U.P.G. e outras memorias. Xerais, Vigo.
ortugal
. Temas e
Debates. 222-242.
e do poder local. Temas e
Debates,. 325-341.
Honorio et alli (Ed.) (1993):
Madrid. 205-241.
, Ed. Trotta,
mecanismo participativos y democracia: promesas y
. Ariel Ciencia
-Nation Relationships in Central
Ethnology, Vol. 4 No 3. 172-189.
Syrett, Stephen (1995) Local Development. Restructuring, localty and economic
iniciative in Portugal. Avebury, England..
O Senhor Klaus. Caminho, Lisboa.
494
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Teixeira, Carla Costa
iros
e
mediadores
, Ano 2002/2003. 351-373.
. Instituto Nacional de Administ
-340.
-
. Instituto
-311.
O Estado Novo:
Tusell, Javier (198
das origens ao fim da autarcia 1936-1959 Vol. I, Estudos, Lisboa. 31-47.
Vale de Almeida, Miguel (2000, 2ª ed.):
a.
Sotelo Blanco, Santiago de Compostela.
Varela, Roberto (2005):
. Anthropos-Universidad Aut
Eleitoralismo nos
, Vol. XL, 177, 865-889.
Vidigal, Luis (1988): Cidadania, caciquismo e poder. Portugal, 1890-1916. Livros
Horizonte, Lisboa.
Historia de Galicia. Galaxia, Vigo.
VVAA (2004): Olhares cruzados entre arquivistas e historiadoress
Cultura, Lisboa.
Conferencia pronunciada en el Instituto de
:
http://www.aps.pt/20anos-aps.htm].
Simona (ed.): Clientelism, interest, and democratic representation . Cambrige,
Cambridge University Press. 122-151.
En: Brito, Joaquim Pais
de et al. (coords.): O voo do arado. Lisboa, Museu Nacional de Etnologia. 289-299.
495
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Wouters, Marc, (1993):
Xerais, Vigo.
Max (comp.):
. Tribuna, Lisboa. 19-32.
Comparative
Studies in Society and History, Vol. 10, No. 4. 377-400.
Patrones
y clientess
-77.
Wiarda, Howard J. e MacLeish Mott, Margaret (2001), Catholic Roots and
Democratic Flowers Political Systems in Spain and Portugal. Preager, WestportConnecticut.
American Anthropologist, Vol. 58, No. 6. 1065-1078.
-Client Relations in
Pathways of Power. Building an
Anthropology of the Modern Worldd
166-183.
Woolf, Virginia (2005) [1931]: Retrato de una londinense. Lumen, Barcelona
Young, Michael W. (2004): Malinowski. Oddisey of an anthropologist 1884-1920.
Yale University Press, New Haven-London.
, 10, 97107.
ra
content/uploads/2007/03/zizek_galego.pdf].
En: VVAA: A Galicia rural na encrucillada. Galaxia,
Vigo
Conference on Patronage, Dutch
Sociological Association. (Junio).
Dahl, R., (1974) [1971]:
Madrid.
. Tecnos,
496
Tratos de favor y clientelismo en democracia
e Galicia 1970-1990. U.S.C.-Xunta de Galicia, Santiago de Compostela.
International
Contemporany Brazil:
Journal of Urban and Regional Research, Vol 14, No 4, 648-665.
, 31-94
Ł
Varsovia.
-
Kurjer Niedzielny,
Revista Internacional de Ciencias Sociales, 128,
283-300.
.
Nogueira Ro
Sodita, Santiago de Compostela.
. Alianza
Universidad Textos, Madrid.
Presedo Ledo, A. et al. (1994):
impacto territorial.
Rabelo de Sousa, Marcelo (1997): O Sistema de governo Municipall
Novembro de 1996.
Roniger, Luis (1990): Hierarchy and Trust in Modern Mexico and Brazil. Praeger,
New York.
Santos, Boaventura S. (199
Oficina do Centro de Estudos Sociais, 23.
Slater, D. et Tacchi, J. (2004): Research: ICT Innovations for Poverty Reduction .
UNESCO, New Delhi.
Stokes, D.E., (1963):
American Political Science Review, 63. 368-377.
497
Tratos de favor y clientelismo en democracia
498
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Anexo I.
o terror anda solto polo mundo
Celso Emilio Ferreiro (1990[1975]: 59)
sob o astro mudo
batendo as asas
pela noite calada
chupar o sangue
fresco da manada
Zeca Afonso (1988)
499
Tratos de favor y clientelismo en democracia
En este
obtenida. En primero lug
impone tras la Guerra Civil. La i
de diversos archivos.
tilla de
1940269
represaliados270
Ayuntamiento. El primero al que nombran
paseado. Candeira (1999:242) lo
º de Mayo de
maio e a necesidade de mante-
ue coincidiron en amosa-lo significado do 1º de
Foron
La s
Morado Caldevilla del que se menciona fue el Secretario del Frente Popular. Esta
de campo Luis Casales Iglesi
269
as
270
ez Lago.
AMM 1.1/6/1 (p.3).
500
Tratos de favor y clientelismo en democracia
271
siendo su
solicitud admitida. En las actas municipales aparece tres ve
1946272 donde es tratado como ex-
273
esional.
El cuerpo de docentes no fue ajeno a las represalias que se mostraron tan
particulares arrendadas a particulares o en edificios propiedad municipal. En las
actas plenarias son frecuentes la presencia de discusiones en torno al importe de los
alquileres de las casas-vivienda y, hasta que no hubiera un grupo escolar dedicado
exclusivamente a la docencia, el cambio de la casa-escuela era frecuente. Los arreglos
de dichas casas era competencia municipal y en el apartado de cuentas de las actas
el arreglo de dichos locales. Recogemos en las actas varias discusiones sobre la
-
arriendos de la casaespecial de seguimiento para dar cuenta de las necesidades y valorar la necesidad y
Tal como recoge Lara Barros (2002: 22-23), el maestro Luis Soto reitera con
condiciones del inmue
65 alumnos con una asistencia media de 52, y solo existen en la Escuela 14 mesasbanco bipersonales, teniendo que permanecer de pie, tristemente amontonados, la
274
. Esta precariedad parece ser que fue una constante
en la que se rescinde el contrato de arriendo de la casa-escuela de Barro, en
Gargamala, por amenaza de ruina 275. La escuela
discusiones en las sesiones plenarias, no se encuentra en buenas condiciones en 1944.
que la casa-
, necesita una urgente
271
AMM 1.1/6/1 (p.38).
AAM 1.1/7/1 (p.84).
273
AAM 1.1/7/1 (p.100).
274
Acta el 10 de diciembre de 1934 el Consejo Local de 1ªª
272
275
AMM 1.1/6/3 (p.41-42).
501
Tratos de favor y clientelismo en democracia
276
.
o que le
277
. En
nos
registraron asesinatos de maestros conocidos pero si que hubo una intensa
de 1936 se publica un a lista de maestros suspensos de sus cargos (Porto, 2003: 78amonestados:
Luces Iglesias, maestro de Vilasobroso
-Vilar
278
belas, mestre de Mondariz nº1
desconocemos si se reincorporaron a sus puestos de trabajo o abandonaron la
docencia. El segundo fue perseguido y tuvo que esconderse. Respecto a Luis Soto,
por su importancia posterior durante la Guerra Civil y su actividad en el exilio
por Luis Soto279
El 14 de octubre de 1934, Luis Soto
la lectura y los estudios. Emigrado en Argentina comienza
276
propiedad municipal.
277
278
Este maestro es sancionado en septiembre (Porto, 2008: 110).
279
502
Tratos de favor y clientelismo en democracia
desde donde promueve asociaciones similares en la provincia de Ourense. Se trata de
quejas ante el pleno del Ayuntamiento por el estado de la casa-escuela donde
i
ines
Internacional que cantaban sus alumnos. En tiempos libres daba clases nocturnas a
s de
falangistas. En primer lugar, se esconde en la finca de su casera para pasar
sido amonestado y apresado en la Isla
280
Luis Soto pasa de esta casa a la rectoral donde el c
cuando, con la ayuda de una hermana de Luis Soto y de su casera Pilar Alfaya, y la
stro vestido de
franciscano. Este relato coincide en las dos fuentes consultadas. Mientras que Luis
gente.
cultural con Galicia y el comunismo como referentes.
2 . Amenazados, fuxidos y paseados
Junto a los administrativos, docentes y corporaciones municipales,
simpatizantes, militantes, personas de izquierda en general fueron perseguidas,
personas. Registrar la persecuci
281
280
281
. Sin
-120) y Amoedo et Gil (2006: 345).
En
503
Tratos de favor y clientelismo en democracia
establecemos utilizando los listados de Da
trabajo de campo, podemos fijar en 63 las personas que fueron de una u otra manera
amenazadas y un total de 16 mondarizanos asesinados282
11 hombres oriundos de otras localidades, que figuran en el registro de defunciones
de los juzgados.
Seis de ellos aparecen muertos el 5 de octubre de 1936 cerca del matadero
falangistas del municipio obligaron a una vecina a transportar a los paseados en su
causa
las personas paseadas en cuyos registros no suele constar la causa de muerte real
(Lamela, 1993: 340, 345 y ss.).
Junto a las causas de muerte, todas estas personas coinciden en tres datos que
violentas, no son de Mondariz y sus cuerpos aparecen en las inmediaciones de
Mondariz y Vilasobroso, en una visita a los mismos pudimos comprobar que no
existen sepulturas visibles y reconocibles. Un informante nos comunica que los seis
asesinados en las inmediaciones de Mondariz, fueron enterrados en el cementerio
protestante283. Esto nos lleva a concluir que los once hombres son efectivamente
parte dun crecente interese dos especialistas polo tema da Guerra Civil e da consegu
282
Los datos no han sido contrastados individualmente. En el caso de los muertos, de las 16 personas
283
cementerio de los protestantes. Durante el trabajo de campo pudimos recoger el testimonio del entierro de
eso
parroquial de Vilasobroso, no encontramos ninguna placa con referencias a los hombres paseados en esta
parroquia.
504
Tratos de favor y clientelismo en democracia
en
exponemos varios casos relatados por informantes o recogidos en la literatura que
sufrido por
284
.
, le
obliga a huir. En un primer momento se esconde en una finca del Escobeiro, un
barrio de Mondariz, para luego hacerlo en su propia casa. El acoso de los guardas
pa
285
2.2 Fuxido y paseado : J
.
Era cantero en Gargamala de donde era oriundo. De personalidad fuerte,
vo 18 meses
durmiendo en cuevas y cobertizos de cazadores. Se mantuvo cerca de su residencia
habitual donde mantuvo contacto con su esposa. Un embarazo de esta le dio pistas a
dar con su paradero. El hombre es asediado en el cobertizo donde se encontraba. Al
fuxido
a quien maltratan hasta que O Carballo sale.
34) escribe que
284
285
Fuente: Barros (2002: 33-34)
Fuente: Barros (2002: 34)
505
Tratos de favor y clientelismo en democracia
que xa collera e gardara o corpo do seu pai, morto por un tiro na nuca
comprar e recoll
escoitaban en todo o val. Se
2006: 49).
mozas... Isto nos indica, que nunha importante porcentaxe, as
as e
2.3 Amenazados
Contamos el relato de los hermanos de Dolores Fortes. Se trata de tres
La informante asegura que aq
iban a buscar o no. Finalmente, un empleado del Ayuntamiento, Virgilio Abril 286,
fue a su casa a buscar a sus hermanos que simpatizaban con ideas socialistas. Al ver
los hicieran llamar. La informante comenta
287
ros288, incomprensible para los comunes.
Una vez acabada la guerra, los dos hermanos mayores fueron expulsados de
286
-
gratificado por sus servicios. AMM 1.1/6/1 (p.30).
287
288
Mondariz era conocida por sus cesteros y estos se comunicaban en una jerga especial (Bouza, 1992). En su
506
Tratos de favor y clientelismo en democracia
que huir de los disparos procedentes de la vera gallega y dejar todos sus enseres en el
camino. Llegaron
salvoconducto con el que pudieron reincorporarse a su casa sin represalias.
La experiencia del tercer hermano fue d
Raia seca
juzgados de Mondariz donde lo enviaron a realizar el servicio militar a Ourense.
de Navidad. Vuelve al cuartel el 26 retornando a Mondariz el 12 del mes siguiente
villa.
Estos testimonios son un claro ejemplo de las diferentes versiones que la
la mater
informales fruto de conversaciones mantenidas durante el trabajo de campo.
Presentar una secuencia sistematizada de las diferentes expropiaciones realizadas
catastros y registros de propiedad para cotejar los cambios producidos e
aunque ello suponga renunciar, por el momento, a profundizar en la importancia de
este tipo de hechos.
Las expropiaciones que hemos registrados son de dos tipos. Por un lado, las
embargando parte
de sus propiedades o negar el cobro de pensiones de viudedad. Actividades que
le
municipio.
apuntar que el patrimonio de dos o tres familias en Mondariz fue acumulado a base
507
Tratos de favor y clientelismo en democracia
de la derecha como de la izquierda municipal. El procedimiento era el siguiente. Un
amo a alguna de esas dos o tres familias pudientes de
comenta un informante. Del mismo modo, un comentari
Un informante lo relata de la siguiente manera:
predominante era a Praza, unha pequena aristocracia. Dentro deles os
represivos, aparecen sempre e se fixeron cun capital e que logo
prazo, a muller foille devolver o prestado. A muller chorou (...).
conversaciones en donde se intentaba realizar un inventario ad hoc de ciertas
nombres de cada una de estas propiedades repetidas, digo, en varias conversaciones
origen en el embargo por impago de deudas. Uno de los informantes aseveraba que
ico. Las expropiaciones
pero si que somos quien de asegurar que dejaron una impronta en la memoria
colectiva.
Los casos registrados son varios. Entre ellos destaca el embargo de la casa de
ue
508
Tratos de favor y clientelismo en democracia
amenazado de muerte si pagaba la deuda. Con una pistola en mano, el prestamista
gestionaran otra vivienda, eso si, previo alquiler de 65 pts. mensuales. Esta cantidad
embargo se
versiones de lo sucedido. En la actualidad, el local pertenece al Ayuntamiento y en el
frecuentaba, en el p
pensiones de viudedad a los paseados. En Mondariz contamos con el caso de
uda del ya mencionado oficial primero del
289
,
290
1. Abandono del trabajo por parte del funcionario
2.
3.
291
, es denegado otro
recurso presentado por la viuda. Igual respuesta recibe una tercera instancia
292
. Los intentos por recibir el cobro de
recogen dos nuevas instancias discutidas en las Sesiones del 9 de agosto de 1973 y 27
de abril de 1974293
Las actas municipales nos permiten comparar dos procesos similares. La
con
289
AMM 1.1/6/2 (p.22)
AMM 1.1/6/2 (p.26-27)
291
AMM 1.1/6/2 (p.33)
292
AMM 1.1/6/3 (p.52)
293
AMM 1.1/8/4 (p.82-83, 106)
290
509
Tratos de favor y clientelismo en democracia
1944294, del fallecimiento de Ramina Sotelino, viuda del nombrado oficial municipal.
295
296
particularidad
. Nos
enfrentamos a dos casos semejantes en cuanto a las peticiones pero de diferente trato
encontramos ante un defensor de los valores republicanos fusilado por ello y, en el
suegro del veterinario municipal del momento.
en
a entre los vencedores y los vencidos. Estamos frente a elementos menudos que
de uno a uno significan poco pero que en conjunto toman cuerpo creando un clima
(Villares, 2004: 423).
Captar la cotidianeidad de la postguerra es una labor que no corresponde a
la sublevac
que apreciamos la dicot
consecuencias de la contienda realizado en la propuesta de tesis.
que, en algunos casos, aun perviven el la actualidad. Un
297
,
Calle de Pa
294
AMM 1.1/6/3 (p.192)
AMM 1.1/6/3 (p.193)
296
AMM 1.1/6/3 (p.195)
297
AMM 1.1/6/1 (p.13).
295
510
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Calle de Pi y Margall pasa a denominarse avenida de Portugal.
La prese
el frente. Figuran un total de 30. En este caso, el
Ayuntamiento otorgada el 27 de mayo de 1940 298.
parte del archivo municipal y todo lo referente a la FET y de las JONS. Esta
presencia de la Falange aumenta
fuxido
Guerra Civil en Galicia, menciona a Mondariz como centro de operaciones de los
falangistas.
Los diferentes testimonios nos hablan con recelo del tema. Existe cierto clima
de informantes. Una constante era el obligatorio saludo con el brazo en alto.
Habla un informante cuyo padre fuera perseguido. Se organizaban desfiles de
ante el servicio
militar.
Las actividades que tenemos registradas de la falange provienen de la
299
298
299
la
AMM 1.1/6/2
-3)
511
Tratos de favor y clientelismo en democracia
misma300. El resto de actividades las desconocemos con certeza. El 27 de noviembre
y de las JONS 301
asiduo al local de la falange que
unha espada. Era unh
vista la falange por lo que quitar hierro al asunto puede que sea fruto de la
contemp
informantes.
Durante la Guerra se celebraron las victorias militares de los sublevados. En
el apartado de cuentas de las actas de entonces son frecuentes los pagos por bombas
y cohe
302
303
. Las celebraciones
parciales de conquista
lanzamiento de bombas304. La
plano del 12 de julio de 1939 se destina una cantidad indeterminada para pagar la
promesa realizada a la virgen de la Franqueira por la victoria 305.
El desarrollo de la Guerra no era ajeno al transcurrir de la vida en Mondariz,
como tampoco lo era la existencia de vencedores y vencidos. Siguiendo este elenco, es
de suma importancia para nuestro trabajo el agravio recibido por aquellos
stante durante
300
25)
301
302
303
304
305
AMM 1.1/6/2 (p.25)
512
Tratos de favor y clientelismo en democracia
problemas de tipo administrativo. Otro informante comenta como tuvo que
desplazarse hasta Vigo para recibir un certificado para conseguir el pasaporte
porque en Mond
1961306
n documento ou
p
histor
como ese ano non enviaban a equipaxe de Buenos Aires, que sempre
El escudo de las camisetas estaba subtitulado con las iniciales C.C. Los dos
vermellas, que lle puxeron Club Cervantes e houbo unha denuncia
uso que se hizo de los pantalones y camisetas que se encontraron en su Escuela,
significado de las insignias C.C. (…) y cuantos datos sean convenientes para llegar e
307
un conocimiento claro del destino de tales
. El maestro denunciado fue
306
307
Se trata de dos hojas sueltas en AMM 3.8/263/4.
513
Tratos de favor y clientelismo en democracia
ra da
Guerra Civil.
contexto de vencedores y vencidos que trasciende el
514
Tratos de favor y clientelismo en democracia
4 . Presencia visual de la Guerra Civil en Mondariz
Imagen 1.1 Detalle de la iglesia parroquial de Mondariz
515
Tratos de favor y clientelismo en democracia
516
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Resumo
517
Tratos de favor y clientelismo en democracia
A proposta de tese que se apresenta tem co
-
-se e organizam o esquema do texto.
objectivas/institucionais nas que se desenvolve a
acesso a recursos nos contextos dados.
-nos para a necessidade de construir uma
io de recursos que envolve o estabelecimento de lealdades
recursos em jogo, exclusividade ou grau de informalidade. Devemos tirar quatro
grandes grupos de tratamento preferenci
patrocinato.
Na proposta da tese centramo-nos, especialmente, no patrocinato que
definimos como
.
Normalmente o patrocinato apresenta um paradoxo fruto da sua natureza
ambival
praticado em privado.
mesmo sobretudo, nos contextos de democracia formal.
518
Tratos de favor y clientelismo en democracia
comparamabitantes no censo de
2001. Conta com um total de 33 freguesias repartidas num
².
Mondariz, localizado na comarca do Condado estende-se por 85 km² e conta com
pessoas no censo de 2003 repartidas em 12 freguesias.
-
onfiguram
roca dos
recursos em cada um dos estudos de caso.
Guerra Civil significou o estabelecimento de
e
-se na vida quotidiana
mondarizana. O temor a falar da Guerra Civil e, no percurso dos anos, na
519
Tratos de favor y clientelismo en democracia
e
-se como um questionamento (ataque) ao sentido
comum (pode
durante a ditadura consolida-
alcaldes de bairro e os vereadores.
-se condicionada por todos estes elementos e o
os alcaldes de bairro. Esta viragem compreendelegitimidade. Os alcaldes de bairroo
elo presidente da CM,
-se de forma conjuntural.
das CA das freguesias e municipais uma
-se considerar nula.
da
s elites
-
potenciais efectiv
parte das elites locais
-
520
Tratos de favor y clientelismo en democracia
aten
-
do poder, outros activ
Processos eleitorais
Analisados os diferentes elementos do processo eleitoral em Mondairz
ordem,
-nos
defi
O processo eleito
acarrexo
-nos
e
patrocinato.
num
co
e
521
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Percurso dos recursos
Na proposta de tese analisamos o percurso dos recursos e de como o seu
suficientes como para poder afirmarmos que o reparto de, quando menos uma parte
produzido creia lealdades que se prolongam no tempo e dos quais, os processos
e
melhor valorado, vinculam-se num
delegados nas
outros elementos como arranjos de caminhos, pontos de luz, etc. Num contexto de
recursos limitados creiarecursos e bens municipais.
possibilidades de gozar plenamente dos recursos municipais. Isto demonstra-nos que
recursos. Neste sentido, podemo
e um grupo ligado ao
governo municipal.
-nos bons exemplos de tratos de favor nos que se
-nos
e
um lado,
522
Tratos de favor y clientelismo en democracia
diferentes actores sociais da freguesia e o
-
planear recorrer a estas pessoas no caso de necessidade. Este duplo discurso que se
-nos a um contexto no qu
-
num
eleitoral e, sobretudo, as ajudas quot
-nos da necessidade de atender as
p
municipal os efeitos do patrocinato. Manter-se,
favorecimento das fr
-
e um patrocinato
-
CM ver-seoutras .
ma cultura
clientelar sobre a que possamos unir os diferentes comportamentos associados.
diff
assentamento semelhante. Dois casos com comportamentos e significados nos
ntelares e tratos de favor.
523
Tratos de favor y clientelismo en democracia
Parecemecanismos de acesso. A escassez ou fartura de recursos, quer dizer, o diferencial de
disponibilidade num
e um acesso restringido
-se elementos culturais de
controlo particular dos mecanismos de acesso a esses recursos, entendido dentro de
Deste marco derivam-se as s
e um discurso anticlientelar pode ocultar o desejo de se apropriar ou
criar uma clientela.
algum dos seus membros.
do sistema.
patrocinato apresentaestudo. A etnografia em profundidade permitedo Estado imaginado para analisar o vivido, experimentado e transformado pelas
pessoas.
524
Fly UP